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Agradecimento tardio

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Meu obrigado aos amigos do fan-clube Batbase, o maior do Brasil, e ao programa "Escola Brasil", apresentado por Sergio Rito, por terem apresentado e comentado o meu livro, o Dicionário do Morcego. Foi na entrevista dada em 2006 por Renato Araújo, presidente do fanclub, seu filho, Renato Júnior (Robin/Tim Drake), e o colecionador Robson Brasil (a versão brasileira do Batman de Adam West). A entrevista foi gravada no dia 5 de outubro de 2006 e foi ao ar no dia 17 do mesmo mês, pela Rede TVE Brasil (Guarulhos).

Coringa em Casablanca

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O ator alemão naturalizado britânico Hans Walter Konrad Veidt, mais conhecido como Conrad Veidt (1893-1943), foi fundamental para a criação do personagem Coringa. Sua caracterização no filme “O Homem que Ri” (1928), como Gwynplaine, ajudou a Jim Robinson a conceber o super-vilão Joker, de Batman. Isso quase todo batmaníaco sabe. O que poucos lembram é que Veidt se tornou-se célebre por seus papéis em filmes como O Gabinete do Dr. Caligari (1920), no qual faz o antológico sonâmbulo Cesare, O Ladrão de Bagdá (1940) e, sobretudo, Casablanca (1942), onde faz o vilão da fita clássica, o major nazista Heinrich Strasser. Na vida real, Veidt foi um importante opositor do regime hitlerista.

Natalie Portman inspirou cartoon

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Demorou mais de dez anos para eu associar a garotinha do episódio "Growing Pains"/"Dores do Crescimento" (1998) com a personagem de Natalie Portman em "O Professional". Acho que os produtores do desenho animado "The New Adventures of Batman" mais do que se inspiraram na inesquecível Mathilda, apresentada nas telonas do mundo quatro anos antes, para criar a Annie, responsável pela primeira dor de cotovelo do apaixonado teenager Robin (Tim Drake). A "filha" do Cara de Barro usa o mesmo traje, nos pequenos detalhes, e o penteado de Natalie no filme de Luc Besson, estrelado por Jean Reno. Por acaso, alguém discorda desta bat-trivia?

Retrospectiva Tim Burton no MoMA

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Centenas de desenhos, roteiros, marionetes, maquetes e vestuários originais darão a dimensão e a importância do talento do genial Tim Burton. As peças serão organizadas de maneira a compor uma retrospectiva da carreira do cineasta e escritor americano, a ser inaugurada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) em 22 de novembro. A exposição, organizada por Ron Magliozzi em colaboração com o próprio Burton, vai explorar parte da vida e toda a obra do artista: dos trabalhos que criou em sua infância e adolescência na Califórnia até as produções cinematográficas que lhe deram fama - essas também estarão presentes na exposição. Os Fantasmas se Divertem (1988), Batman (1989), Edward Mãos de Tesoura (1990), O Estranho Mundo de Jack (1993), Planeta dos Macacos (2001), Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas (2003) e Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007) são alguns dos 14 filmes que o museu exibirá na retrospectiva. Cerca de 700 objetos, raramente ou nunca antes vistos, ...

Batman invade niver de Ivete

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O Impostor, personagem e quadro do programa Pânico na TV (Rede TV), conseguiu penetrar na festa de aniversário de Ivete Sangalo, realizada no último dia 30, em Salvador, vestido de Batman (a festa era à fantasia, o que facilitou o disfarce). O personagem, que não tem seu verdadeiro nome revelado, já "se convidou" para os maiores eventos do país, com a mesma cara-de-pau de sempre. Sua tática é a mesma: aparece bem arrumado, fala bem e procura se mostrar bem relacionado.

Batman, o filme, 20 anos

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Sílvio Ribas/G1 Batman - o primeiro da mais bem-sucedida franquia das histórias em quadrinhos - foi lançado com grande estardalhaço nos Estados Unidos, em 23 de junho de 1989. Com orçamento de mais de US$ 30 milhões (elevadíssimo para a época), o filme recheado de ação e espírito gótico chegou às telonas de todo o mundo em plena comemoração dos 50 anos do maior herói da DC Comics. Dirigido por um Burton recém-saído de Os fantasmas se divertem e ainda relativamente pouco conhecido, o longa-metragem foi o primeiro do homem-morcego desde o filme para a TV, lançado em 1966. Fãs de quadrinhos chegaram a desconfiar da superprodução, que tinha o baixinho calvo Michael Keaton no papel principal. Mas assim que o trailer chegou às salas de cinema não se falou mais em outra coisa no mundo pop. Estampado em camisetas, bottons, bonés, adesivos, lancheiras e dezenas de outros itens, o famoso (e renovado) logotipo de Batman se espalhou com velocidade pelos quatro cantos do planeta, num fenômeno que f...

Mad Hatter by Tim Burton

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Essas belas fotos, recentemente publicadas na Internet, não são de "Batman 3" (ou seria Batman sete?), mas até que poderiam ser. O Chapeleiro Louco interpretado por Johnny Depp no filme Alice no País das Maravilhas, dirigido pelo genial Tim Burton e ainda em produção, cairia no gosto do público como o bat-vilão de mesmo nome. Nessa sequência hipotética teria até a dupla de gêmeos Tweedlee Dee e Tweedle Dum, personagens de Lewis Carroll que também inspiraram inimigos do homem-morcego. Neste ano em que se completa 20 anos do clássico pop Batman, do mesmo Burton, vale a pena fazer tais associações. E é necessário aplaudir o gênio do ainda jovem cineasta, o mais criativo da atualidade. O Museu de Arte Moderna de Nova York dedica uma merecida exposição sobre sua carreira única.